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domingo, 11 de novembro de 2012

A Palavra é Quase Puta


Há algum tempo falamos da origem da palavra Puta, aproveitando o embalo, vamos estudar algumas palavras que são dadas para mulheres com algum sentido relacionado a este nome nos dias atuais.

Relembrando, dissemos que Puta é uma pessoa que realizava “sacrifícios” para Puta, Deusa menor da poda, na antiga Roma. E hoje puta, é uma mulher, puta. Se colocarmos na ponta do lápis, qualquer coisa usada de forma pejorativa, diretamente à uma mulher, pode ser transformada em puta, por exemplo.

Vagabunda (uma mulher sem colocação) = Puta
Biscateira (uma mulher sem emprego formal) = Puta
Rodada (uma mulher viajada) = Puta

Sem falar na gama de animais que pode ser usada para ligar uma mulher a este termo, como: Vaca, Galinha, Piranha, Cachorra/Cadela.. entre outras. Mas de onde vem a origem destas palavras, de onde foi tirado que chamar a mulher de animais pode ser ofensivo e fazer com que essa seja considerada uma puta? É o que vamos descobrir a partir de agora.

Antes de mais nada, temos que voltar um pouco no tempo, quando a palavra puta começou a ser considerada um palavrão, era, portanto, um desrespeito o uso desta palavra em público, ou em alguma conversa em que não era cabível o uso de palavras de baixo calão. Dessa forma, existiam algumas outras palavras que poderiam dar lugar a este nome, como ‘meretriz’ e ‘ninfa’, porém, as duas palavras eram direcionadas a jovens meninas que praticavam a prostituição, no primeiro caso, ou tinha muito jeito para isso, no segundo caso. Podemos dizer também que ninfa é um diminutivo para puta, mas que logo foi substituído por putinha.

Dessa forma, se fazia necessário o uso de algumas palavras para disfarçar o nome puta, então passaram a se usar nomes de animais, que poderia se assemelhar com este propósito, então, vamos a alguns deles, os já citados aqui no texto.

Vaca – Usado não apenas para designar uma pessoa que vive balançando o rabo para qualquer um que passa, vive amostrando “as tetas” e vive cercando o “pasto” dos outros, mas também pode ser utilizado para ofender pelo tamanho do seu corpo. Em outras palavras , PUTA.

Galinha – Animal que cisca em terreno alheio, e canta para qualquer um. Ou seja, PUTA.

Piranha – Não importa quem seja, entrou na área dela ele corre logo atrás, ou seja, PUTA.

Cachorra/Cadela – Vive no cio, anda de quatro, trepa com vários no mesmo dia e termina sempre emprenhada. PUTA!

Agora, vai da imaginação de vocês, usem outros animais...


Por falar em Piriguete, a palavra também pode ser relacionada a puta, é uma palavra que define uma pessoa perigosa, que aonde vai, pega quem quer, usando de artimanhas do capeta, como roupas curtas, longos decotes, entre outras coisas. No caso da pessoa não ter bons atributos físicos, podemos dizer que uma Piriguete pode ser também uma pessoa a perigo.

Tema sugerido por Fernando Nickel
Imagem: Google

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A palavra é Buceta!


Coluna de volta e direto para a Buceta. Quem foi que muitas vezes não se deparou com este termo e se identificou imediatamente com a genitália feminina?

Pois é, realmente essa é a ideia, mas desde quando a Buceta é a Buceta que conhecemos? Então vamos entrar a fundo nesse assunto.

Existem várias teorias para a origem desse termo, mas a mais aceita é a da Caixa de Pandora, que em algumas línguas se chama Boceta de Pandora. Como todos sabem, a Caixa de Pandora era o lugar onde estavam guardados todos os sentimentos bons e ruins, e isso despertava a curiosidade de todos. E como era sabido, se a caixa fosse aberta muitas coisas ruins sairiam dela.

Por esse motivo, passaram a chamar a vagina de Boceta de Pandora, pois muitos homens já se perderam por uma. Podia se dizer, portanto, que a curiosidade de quem persegue uma Boceta de Pandora pode acabar fazendo este ter problemas.

Com o tempo a vagina passou a se chamar apenas de Boceta, e aqui no Brasil passou a ter a sonoridade de Buceta.

Um aviso aos taradinhos de plantão, uma cantada como “Deixa eu descobrir os segredos de sua Caixa de Pandora.“, pode ser bastante útil e você ainda vai posar de inteligente.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A frase é: Pagar Pau!


Agora a frase do momento é Pagar Pau, mas quem sabe realmente o que significa essa expressão?

Ela depende muito da região em que é pronunciada. A gíria é reconhecida pela língua portuguesa como um ato de advertir, dar bronca, chamar a atenção de alguém, mas isso pode ser aceito aqui, no sudeste.

Em algumas regiões do Brasil ela é usada como pessoa que não tem opinião, “Maria vai com as outras” e acata o que as pessoas dizem simplesmente por não ter opinião própria.

Na música “Pagando Pau” de Fernando e Sorocaba a expressão tem outro significado, totalmente inverso, seria o de puxa-saco, como de fosse baba-ovo, mas pela estrutura da frase você percebe que ele é mais que isso, pois não baba só o ovo.

Já no Rio de Janeiro (oh povinho que gosta de esculhambar as coisas) a expressão “Pagar” por si só já tem outro sentido. Quando o pagar vem a frente de uma parte do corpo diz-se amostrar, deixar de fora. Exemplo:

"Déborah Secco paga peitinho na balada."Ir Coffe

E assim varia...

Maaaasss o Pagar Pau não é necessariamente mostrar o próprio... se é que me entende..

Assista Fernando e Sorocaba em Pagando Pau (puxando o saco hein...)

domingo, 4 de setembro de 2011

Análise Textual



Coluna Língua Portuguesa de volta na área!

Estava hoje, na faculdade (sim, no domingo, uma longa história), assistindo a minha aula de Análise Textual quando o professor falou sobre a formalidade e a informalidade nos textos, o que me fez lembrar o post que coloquei há muito por aqui sobre formas rebuscadas de se transmitir um dito popular.

Tendo isso em mente o exemplo dado por ele em aula foi:

A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando-se sob a forma de pequenos sólidos troncopiramidais de base retangular, impressiona agradavelmente ao paladar.
Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em consequência da aplicação de compressões equivalentes e opostas.

OU SEJA:

Rapadura é doce, mas não é mole.

E assim vamos vivendo a vida né?
Para ler o texto sobre Tautologia, clique aqui.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

A palavra é Foda!


Depois de um ano, estamos de volta com a nossa tão querida e bem falada Coluna Língua Portuguesa. Hoje vamos falar sobre uma palavra que tem vários sentidos em nosso vocabulário.

Seja no sexo: Transar

Seja em excitação: Algo muito bom

Seja em negação: Algo muito ruim

Entre outros. Hoje, para falar a verdade, nossa vida está FODA, mas vamos estudar um pouco dessa palavra e corrigir a nossa ideia de vida foda.

Foda vem do grego antigo e significa "mina".

Foderre, significa "escavar" ou "cavoucar".

Fodina, significa algo como "mina pequena, sem
importância, com baixo rendimento extrativista".

Fonte: Dicionário Informal

Com o passar do tempo, não só em nossa cultura mas em outras, a palavra foda passou a ter um valor chulo, que representa o sexo propriamente dito, o que leva a algumas outras conotações. Leva-se a crer que foda tomou este significado por conta do esforço da escavação que um homem realiza em uma mina. Soma-se, portanto, esforço, escavação e mina, e a ideia que na mina tem algo precioso (em termos atuais podemos correlacionar diretamente com a mulher) e damos à palavra a conotação sexual.

Bem, foda não é necessariamente um palavrão, mas como todas as outras palavras descritas em nossa coluna ou qualquer outra palavra que podemos utilizar, sua conotação depende da forma em que a usamos.

A partir de hoje, cada vez que eu mandar um FODA-SE, inevitavelmente vou imaginar uma pessoa enfiando uma picareta n..... deixa pra lá...

Em um pequeno momento, nossa coluna virou “Coluna da Língua Grega”. Um abraço, até mais!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Ditos ou não ditos



Olá pessoal!!
Depois de muito tempo estamos de volta! Depois de um mês de férias estou voltando para um novo ano cheio de ideias toscas!

E como não poderia deixar de ser, não podemos começar o ano sem a nossa tão séria coluna Língua Portuguesa.

Dessa vez, vamos desmistificar alguns ditos populares.

Os ditos populares são frases que acompanham o povo em sua cultura durante muito tempo de civilização. Estes servem para exprimir alguma ação com alguma metáfora ou frases sem sentido mas com graça, ou sem nenhum desses.

Como por exemplo, "Esse menino não para quieto, parece que tem bicho carpinteiro.", na verdade, é bicho no corpo inteiro, mas a contração de corpo inteiro, passado por um telefone sem fio vira carpinteiro. Até porque, alguém já viu algum bicho carpinteiro???

A mesma coisa acontece com "Batatinha quando nasce, se esparrama pelo chão.", onde o correto é "Batatinha quando nasce, espalha rama pelo chão."

"Cor de burro quando foge." Alguém já viu essa cor??? Não porque na real é "Corro de burro quando foge." Pois é um animal arisco.. vai ficar na frente dele vai!

E quando Roma deixou de ser a principal potência do mundo e o planeta passou a ter um poder descentralizado? Todo mundo vaiou Roma, por isso dizemos "Quem tem boca vaia Roma", e não "vai à Roma.". Além do mais é maior mentira isso, pois o meu fogão tem seis bocas e não saiu da cozinha até agora.

Outra frase nojenta é "Cuspido e escarrado", mas seria mais bonitinha se falássemos a verdade que é "Esculpido em carraro." Uma madeira utilizada para fazer esculturas, muito popular em esculturas humanas, pois garante uma perfeição quase de 100%, só depende da mão de quem faz...


E quem não conhece a famosa frase, "Quem não tem cão, caça com gato." Pois é, até ela está errada.. a verdadeira frase é, "Quem não tem cão, caça como gato." Ou seja, sozinho!


Agora fala a verdade, você conseguiria dormir sem saber dessas coisas????

Fonte: Google e muitos sites de inutilidades como esse.

domingo, 8 de novembro de 2009

A palavra é Cu!


Olá pessoal!

Estamos de volta com a coluna mais bem falada lá em casa. A
Coluna Língua Portuguesa!

Assim como marido e menstruação, que quando chegam incomodam, mas quando demoram preocupam, a coluna essa semana chegou atrasada. Por motivos técnicos de tempo e preguiça, a mãe do progresso, até porque, se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não havia inventado a roda!

Mas voltando ao que interessa, estamos comemorando o centésimo post do nosso blog, em quase um ano de baboseiras e coisas úteis, ou não. Então não haveria nada melhor para trazer em pauta do que o Cu nosso de cada dia.

O responsável pela regulagem do corpo humano. Mais do que a boca, é o cara que solta mais merda em nossas vidas.

Mas, nem sempre o Cu foi a palavra que conhecemos atualmente.

Hoje, vamos falar da palavra que é endereço de muitos momentos em nossas vidas!

Quem nunca mandou ninguém ir tomar no Cu!?

Ou em uma linguagem mais formal, no orifício corrugado localizado no centro da região glútea na parte sub lombar de um indivíduo.

O cu sem dúvida é algo que vive na boca das pessoas.

Antes de explicar a sua origem, eu gostaria de entender o porque que essa palavra monossilábica, tão pequenina e inofensiva é chamada de palavrão?!

Palavrão galera é paralelepípedo, antedecompoliticadamente, inconstitucionalíssimamente, Epaminondas Eustáquio, essas coisas.

Mas como a função de nossa coluna é desmistificar a nossa língua, vamos entrar mais profundamente no Cu, pois é o que nos interessa!

Há muito tempo o Cu está na boca do povo, as vezes na mão também, mas antigamente, bem antigamente mesmo, o Cu era apenas o nome dado ao fundo da agulha, onde passamos a linha para que possamos costurar.

O motivo da relação do Cu com o ânus é simples. O fundo do homem é furado assim como o fundo da agulha. Outra semelhança é que o Cu da agulha e o Cu humano são apertados e difícil de passar algo.

Então, o uso do Cu ficou banalizado e a sociedade passou a destinar o Cu apenas para o Cu e o buraco da agulha ficou mundialmente conhecido como o buraco da agulha.



Se quiserem saber mais sobre o Cu visitem:

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A palavra é Porra!

Mais uma vez estamos de volta com nossa coluna Língua Portuguesa.

Depois do Caralho, não haveria nada melhor para trazer se não a Porra que nos ronda no dia-a-dia. A Porra está em todos os lugares, e de todas as formas possíveis.

Mas de onde veio, e para onde vai essa Porra??

Ninguém mais pode nos explicar a porra, como o pai dos burros na internet, a Wikipédia, de onde adaptei parte de minha pesquisa.

De acordo com o site, o termo Porra, utilizado na comunidade lusófona como uma palavra de baixo calão para demonstrar espanto, aborrecimento, etc..

Mas o que ninguém sabe, é que Porra nada mais é do que um nome para Churro, aquele doce parecido com bolinhos de chuva, mas em formato cilíndrico. Pois é. Em espanhol o nome é simples ‘PORRA’!

O Churro é preparado igualmente em quase todo o mundo, só que aqui na América do Sul, o churro, ou a porra, recebe um recheio, que pode ser de doce de leite ou chocolate.

Porra, também representa um pequeno porrete, que tem um formato semelhante a um churro, por isso recebe o nome de Porra.

A Porra também representa linguisticamente em verbetes do linguajar colóquio, ou seja, uma gíria, o líquido espermático contido no sêmen de seres biológicos. Mas aí está a parte mais curiosa, que o sêmen recebe este nome, justamente porque dos churros quando escorrem seu recheio, se assemelham a um pênis sofrendo o processo de ejaculação...

Tá certo, ok, depois dessa afirmação, o que vai ter de gente parando de comer churros (ou não) vai ser complicado...

Em senso prático, podemos utilizar a porra para várias aplicações. Usando como base o estudo, podemos dizer que a palavra pode ser relacionada a sentimentos, momentos de fúrias ou relacionados a objetos. A porra poder ser usada para expressar algo bizarro, ou em modo sarcástico.

Por exemplo.

Vendo algo bizarro: Que porra é essa??

Você pode encontrar mais exemplos de se onde usar a porra, no site Debukis Ondeteibou.

Dica do dia: Os links deste post pode trazer informações relevantes ao seu dia-a-dia. Clique e divirta-se.

sábado, 17 de outubro de 2009

Coluna Língua Portuguesa

Caros leitores, essa semana fiquei muito feliz com alguns comentários que recebi nas ruas sobre a coluna semanal, quinzenal, sei lá, a coluna Língua Portuguesa.

E em um desses elogios fui perguntado o motivo pelo qual eu falo sobre palavrões nessa coluna. Em minha resposta, eu defini o palavrão apenas como uma palavra qualquer, e que ela é atrelada a alguma coisa, que, a maioria das pessoas não sabe do que se trata e fica utilizando por aí.
Assim, nessa coluna, eu tenho a intenção de explicar a origem da palavra, e porque ela significa um palavrão.

Na verdade, é que o palavrão é qualquer palavra que utilizamos em sentido pejorativo, não precisa ser exatamente os conhecidos, como Merda, Puta, Caralho entre outras.

Assim, eu gostaria de agradecer ao carinho e a audiência que tenho recebido por essa coluna, mesmo, como sempre, com poucos comentários, mas sempre reconhecida por vocês.

Espero poder estar acrescentando com um pouco de humor na cultura de nosso povo.. mesmo que sejam apenas meia dúzia de leitores...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A palavra é Merda!

Coluna Língua Portuguesa

De volta com a nossa coluna Língua Portuguesa, vamos fazer a maior MERDA! Conforme falado essa semana no post Faculdade.. anos jogados fora??, vamos agora discutir mais um estudo de muita utilidade à população.

Depois de muita putaria e uma caralhada de coisas inúteis, vamos a mais um clássico da nossa rica língua, a Merda.

De acordo com a Wikipédia, ‘Merda (do latim merda) é uma expressão geralmente pejorativa, polissêmica e usada principalmente na linguagem coloquial. Em sentido estrito, é resultado do processo digestivo e refere-se às fezes expelidas por um organismo vivo, usualmente expulsas do corpo pelo ânus. Antigamente, merda era utilizada na linguagem entre artistas de teatro para desejar boa-sorte.

No espanhol é mierda e no inglês é shit.

"Merda" também pode ser uma asneira.’

Mas de onde vem essa palavra que pode exprimir um sentimento, uma ação, um dejeto e sorte?

Até hoje não se conhece o motivo que merda é relacionado aos dejetos eliminados pelo corpo biológico, mas podemos iniciar nosso estudo pelo relacionamento da palavra com sentimentos e sorte.

De acordo com a história, que pode ser encontrada aqui, merda pode representar sorte por conta de um ator francês que há muito tempo atrás se perdeu antes da apresentação mais importante de sua vida, estava nervoso, e ao entrar no teatro, pisou em um ‘cocô’ de cavalo, uma merda.

Relatos contam que isso lhe deu sorte e que deixastes o nervosismo de lado e fez a melhor peça de sua vida. Assim, considerou a palavra merda como sua palavra de sorte. Costume esse que perdura até hoje no teatro.

Essa palavra, portanto, veio sofrendo modificações. Sua utilização no teatro e seu relacionamento com a bosta, passou a poder ser usada para exprimir sentimentos e ações mal feitas, o que a tornou um palavrão.

Para a ferramenta de buscas da Microsoft o Bing, merda pode ser ‘só para baixinhos’.


No Dicionário Informal, podemos encontrar mais algumas definições sobre Merda.

Como indicação geográfica 1: Onde fica essa MERDA?
Como indicação geográfica 2: Vá a MERDA!
Como sinônimo de covarde: Seu MERDA!
Como questionamento dirigido: Fez MERDA , né?
Como indicador visual: Não se enxerga MERDA nenhuma!
Como especulação de conhecimento e surpresa: Que MERDA é essa?
Como constatação da situação financeira de um indivíduo: Ele está na MERDA...
Como indicador de admiração: Puta MERDA!
Como indicador de espécie: O que esse MERDA pensa que é?
Como resultado aplicativo: Deu MERDA.
Agora, para encerrar essa merda não devo nem vou me despedir sem mandar todos a MERDA antes que eu me esqueça!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A palavra é Puta!


Coluna Língua Portuguesa

Quarta-feira é dia, então, voltamos com nossa coluna sobre a língua portuguesa.

Hoje vamos falar de política, ou melhor, da árvore genealógica dos políticos.

A palavra a ser estudada, e muuuito bem estudada hoje é PUTA!



Para quebrar qualquer mito, Puta, representa na língua Tupi, pureza.

Mas por que utilizamos hoje a palavra Puta para se designar uma Puta?!

Inicialmente, Puta é um nome romano, dedicado à uma Deusa menor da agricultura, ou seja, existe uma gama de Deuses da agricultura romana, e entre eles, um para cada setor. Temos então, o Deus do pasto, o do celeiro, a das galinhas, etc.

Puta, então, é a Deusa da Poda, porque esse é o significado do nome no latim.

A festividade da poda acontecia durante vários dias, onde esses dias eram dedicados à poda das árvores, maaaass era durante a noite que o bicho pegava... Sem poder podar por conta da escuridão, os romanos faziam festas dedicadas ao sexo para cultuar a Deusa.

Então, eram festas dedicadas à Puta, o que gerou a palavra putaria. Daí por diante, as novas gerações, principalmente a Católica, baniu a festividade da Puta, ligando o nome ao ato. Assim, toda e qualquer pessoa que praticasse ato sexual em culto da Puta, passou a ser tratado como esse nome, uma pessoa puta. Como Puta é um adjetivo feminino, ele só pegou para as mulheres que se prostituíam.

Daí veio a Puta que o Pariu, o Filho da Puta, Fela da Puta entre outros...

“Puta é a mulher que me dá. Filha da Puta é a que não dá.” – Desciclopédia

Essas putas dão realmente o que falar... Puta que o pariu!! - Dercy

Mais sobre putas / Adaptado de:

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A palavra é Caralho!

O Mundo de Augusto, sempre preocupado em apresentar aos nossos queridos leitores a verdadeira origem e significado das difíceis palavras de nossa língua, descreve hoje, na nossa coluna semanal, quinzenal, ah sei lá, sobre língua portuguesa, seus mitos e origens.

Assim, a palavra de hoje é Caralho.


De acordo com o Aurélio, pai dos burros, Buarque de Holanda Ferreira:

Caralho: sm. Pedaço duro de madeira, Pau, Vulgo pênis. Cesto.

De acordo com a Desciclopédia:

O passado

Sabe aqueles navios antigos, de madeira, tipo caravela? Pois bem, no mastro principal sempre tinha uma cestinha (chamada tijupá) onde um pobre diabo tinha que ficar prá olhar o horizonte e gritar: terra à vista! Este é o caralho que deu origem à série. Mas, devido a ser basicamente um pau grande com uma chapeleta na ponta,o acessório naval passou a ser associado ao pênis.

O presente

Segundo profissionais do sexo, caralho é quando o pênis está duro, em posição de sentido. Já quando acontece a terrível "brochada", o pênis é apenas um pênis mesmo.

O futuro

Tomara que seja do CARALHO!”

Bem verdade que nem todas as afirmativas acima, nem as dispostas no site são verdadeiras mentiras (hein?).

Na época das grandes navegações, com Caravelas e Náus, o cesto no alto do mastro se chamava Caralho, ou Tijpupá.. Tipuz-já. A expressão se originou quando começou-se dar como castigo aos marinheiros ficarem de guarda no caralho. Sobre ordens ‘Vá pro Caralho’, o marinheiro reclamava.. Caralho... Assim, quando desciam da ponta do Caralho, os marinheiros ficavam tão enjoados que ficavam quetos por uma caralhada de dias.

A vinculação do caralho português com o tão famoso caralho contemporâneo, pode ser verificado por alguns pontos.

O primeiro, e mais escroto, é que o caralho português ficava no final de um mastro grosso em demasia, por ser este o principal da embarcação. Dessa forma, poderia se perceber uma silhueta semelhante a um pênis.

A segunda, e mais aceitável, é que o caralho era feito de carValho, uma das madeiras mais duras da natureza. Assim, ligando carValho, caralho, duro, pau, pênis.. por aí vai..

Dessa forma, podemos verificar a existência da palavra Piroca, também referente ao nosso Caralho. O Carvalho é uma grande árvore e que, sua casca, retirada inteiriça, tem o formato e uma estrutura de canoa, que, no norte do Brasil, é utilizada como uma embarcação, que é chamada de ‘Piroga’, assim, soma Piroga com Carvalho, deu no que deu.


Hoje em dia o Caralho é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.

Dessa forma, a expressão sofreu mutações como as que conhecemos hoje:

Caralho!
Carai!
Va pro Caralho!
Vá pra casa do Caralho!
Vapuca!
Vapu!
Entre outras...

Dessa forma, o Caralho caiu na boca, e no gosto do povo.


Adaptado de:

Leia mais em
Desciclopédia.

Ou em
Faculdade Mental.

Ah.. o caralho também exprime tamanho: Porra, post grande pra CARALHO!!

domingo, 12 de julho de 2009

Galhofa, a origem do nome

Coluna Língua Portuguesa

Pessoal, na última apresentação da Galhofa, no último dia 30, levantou-se uma breve questão quanto ao nome que carregamos por aí depois que Rom tentou explicar este. Por isso, vamos a uma breve aula:

De acordo com o “Pai dos burros”, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira:

Galhofa: sf. Gracejo, troça, zombaria;
Galhofar: v.int. 1 Fazer galhofa; gracejar. T.D. 2 Dizer em tom de galhofa. T.i. 3 Zombar. [conjug.: [galhof]ar]
Galhofeiro: adj. Que é dado a galhofas.

Por que escolhemos Galhofa?
Como explicado, Galhofa é um nome mais bonito para zona, bagunça, palhaçada, etc., em outras palavras, uma bagunça levada à sério. E assim descrevemos nossa trágica comédia. Quem assistiu, percebeu que fazemos uma mistura de gêneros, de histórias, utilizamos textos famosos, outros nem tanto assim, mas sempre muito engraçados (ou não), e os renovamos misturados com novos textos, criados por nós, em uma improvisação feita de duas formas, uma no palco, e outra quando a gente tem tempo de bolar um texto antes das apresentações.

E dessa forma, fazemos uma bagunça, ou melhor a Galhofa.


Anota na agenda

Pessoal, dia 28 desse mês a Galhofa estará se apresentando novamente em mais um Cabaré!

Avisem aos amigos, chamem os parentes, levem a galera, até aquele cunhado chato, e talvez até o povo de Quixerabobim!

Como sempre, o Cabaré acontece a partir das 19 horas na Casa de Cultura Sylvio Monteiro, na rua Dr. Getulio Vargas, 51 no centro de Nova Iguaçu.

Estejam lá!

Abraços!

domingo, 21 de junho de 2009

A palavra é: Corno!

Coluna Língua Portuguesa
Um momento de cultura (in)útil da língua portuguesa.
Sempre existe um, não importa aonde você vá, sempre existe um corno na história, pode ser na sua rua, na sua família, na sua casa, você, não importa, essa raça não some. Desde os tempos mais primórdios existem os cornos... Mas, de onde vem essa palavra???

A parte da cultura:

Vamos voltar no tempo, e olhar um pouco a era medieval. Antigamente, quando se era traído, e o homem descobria a traição, o casamento não podia terminar sem a autorização da Igreja, que quase nunca era dada, geralmente, quando se havia traição era um pecado tão grande, que possivelmente poderia haver até pena de morte. Mas, como sempre, os trâmites sempre foram demorados, a burocracia sempre foi tão grande, que era mais fácil apenas zoar com a cara da mulher que o traía.

Pensando nisso, os homens passaram a usar um chapéu de couro, com um par de chifres, chamados de cornos, dessa forma, todos ficavam sabendo que a mulher do cara o traíra, e ficava com a fama de adúltera, ou piranha.... Então, o cara, quando era chamado de corno, era sua mulher quem levava a fama.

A parte (in)útil:



Não importa por que e para que eles existem, se a explicação histórica é convincente ou não... Estou(amos) aqui para zoar..

“O cara chega em casa e diz para a mulher:
- Sabe o Alberto? Aquele vizinho novo? Ele disse que só não comeu uma mulher em todo esse condomínio.
E a mulher responde:
- Deve ter sido aquela nojentinha do quinto andar....”

“O cara chega cedo em casa e vê a sua mulher pelada na cama:
- O que é isso meu amor?
- Acho que estou tendo um enfarte meu amor!
O homem corre para o telefone, quando seu filho diz:
- Pai, venha ver uma coisa, tem um homem pelado no banheiro!
O cara corre para o banheiro encontra o homem e grita:
- Jorge, minha mulher tendo um enfarte e você aí assustando as crianças???”

“O cara vira para a mulher e diz:
- Defina algo bom e algo ruim sobre mim em uma frase só.
- Você faz o melhor sexo da vizinhança.”

O corno e o Brasil:

Paulista: Pega a mulher com outro, mata a mulher e leva o Ricardão para ver o jogo do Curintians
Carioca: Pega a mulher com outro e grita: To dentro!
Goiano: Mata a mulher e o Ricardão, arruma outro corno e faz uma dupla sertaneja.
Gaúcho: Mata a mulher e fica com o Ricardão.
Baiano: Pega a mulher com outro e dorme na sala, para não atrapalhar a brincadeira dos outros.
O post já ta grande, mas, ainda tem mais..
Corno elétrico: Quando você diz que ele está sendo chifrado, ele diz: “To ligado.”
Salsa e merengue: Entra no quarto e grita: “Epa! Um, dois, três!?”
Ateu: O que leva chifre e não acredita.
Papai Noel: Vai embora, mas volta e diz que é por causa das crianças.
Teimoso: Leva chifre da mulher e da amante.
Familiar: Leva chifre até de parente.
Banana: A mulher vai embora e deixa uma penca de filhos.
Brahma: Pensa que é o número 1.
Desenformado: Só ele que não sabe.
Sonrisal - Chia, chia, mas nunca explode.
O mais importante: O verdadeiro corno nunca sabe que é, e quando sabe, nunca admite.

Graças a Deus que eu nunca passei por isso... (¬¬)’

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Tautologia




Quem já viu o show do “Nós na Fita”, deve lembrar do quadro em que eles falam da mania que as pessoas tem de gostar de falar difícil. Na ocasião foi ilustrado por eles como seriam algumas cantigas infantis cantadas por pessoas com esse gosto ou esse nível cultural.


Tenho certeza que em alguns momentos algumas coisas se tornam altamente vulgares, sendo de bom grado e sempre bem vinda a utilização desse tipo de artifício para o desfarce de algumas coisas. Sendo assim, seguem listo 17 situações em que é possível se expressar desta forma:


1 - Prosopopéia flácida para acalentar bovinos. (Conversa mole pra boi dormir);
2 - Colóquio sonolento para bovino repousar. (História pra boi dormir);
3 - Romper a face. (Quebrar a cara);
4- Creditar o primata. (Pagar mico);
5 - Inflar o volume da bolsa escrotal. (Encher o saco);
6 - Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de proteção solar do acampamento. (Chutar o pau da barraca);
7 - Deglutir o batráquio. (Engolir sapo);
8 - Derrubar com intenções mortais. (Cair matando);
9 -Aplicar a contravenção do João, deficiente físico de um dos membros superiores.. (Dar uma de João sem braço);
10 -Sequer considerando a utilização de um longo pedaço de madeira. (Nem a pau);
11 - Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais. (Nem que a vaca tussa);
12 - Sequer considerando a utilização de uma relação sexual. (Nem fudendo);
13 - Derramar água pelo chão, através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente com a extremidade do membro inferior. (Chutar o balde);
14 - Retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica. (Tirar o cavalinho da chuva);
A próxima foi tirada do mais culto livro de palavras clássicas da língua portuguesa:
15 - A bucéfalo de oferendas não perquiris formação ortodôntica! (A cavalo dado não se olham os dentes!);
16 - ADVERTÊNCIA PARA FINS DE SEMANA OU FERIADOS:
O orifício circular corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade. (Cu de bêbado não tem dono).
17 - Por obséquio, vossa senhoria, queira por favor, introduzir um objeto fálico no seu orifício circular corrugado localizado no centro de sua porção glútea longe de minha pessoa. (Vai-te tomar bem no centro do olho do seu cu prá lá!)
Viu como fica bem mais bonito?


Contribuição Rosangela Cabral - é a mãe!



PS.: Depois dos dois primeiros comentários terem sidos apenas para elogiar a última frase, indico a autoria dela, de meu amigo Romulo Baptista. Valeu Rom!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Obra no horto... reforma ortográfica

Coluna Língua Portuguesa

Depois de 19 anos de assinado o acordo de padronização da língua, entra em vigor hoje, no primeiro dia do ano, a tão falada, mas não igualmente aguardada reforma ortográfica. A reforma promete unificar a forma na qual a gramática é usada nos países que tem a língua portuguêsa, perdão, portuguesa como oficial.

As principais mudanças prevêem, oops, preveem o final do uso das tremas, o racionamento do circunflexo, o remanejamento do hífen de algumas palavras para outras, a retirada de alguns acentos agudos e por aí vai.
O bom é que para a dona de casa as coisas serão mais fáceis, como por exemplo, o acento do fôrma de bolo se torna facultativo, ou seja, é, eu não sei o que isso vai ajudar para as donas de casas.

Eu quero entender, para que unificar a gramática, se o uso das palavras continua diferente? Ou cacete vai continuar sendo cacete aqui e ser em Portugal, ou vai continuar sendo pão na terra dos pasteizinhos de Belém e virar pão aqui??? Entendeu? O que vai ter de gente mandando outro para padaria.. ou para a casa do cacete.. acho que isso também não daria certo. Ou você chega a um bar aqui no Brasil, e ao entrar no banheiro se depara com a seguinte frase: “Por favor não se esqueça de carregar a autoclisma da vedete...” ou seria com hífen??? Ah o que importa é que isso tudo onde antes estava: “Favor, não se esqueça de dar descarga!”

Outra coisa que deveria mudar é o uso do “s” o final de palavras flexionadas pelo plural, já que esse é tão excluído pela população brasileira em clássicos como 2 real, uma dúzia de ovo e coisas do gênero, vamos arrumar a casa, por exemplo:

Boi: Um boi, dois boi, três boi, se todos são igual, pra que diferenciar?

Conjugação do verbo ir: Eu vou, tu vai ele vai, nós vai, vós vai, eles vai também, já que todos vai para o mermo lugar, junta algumas cachaça e nóis faiz uma farra!

Não sei por que essa última parte me fez lembrar uma Lula gigante...

Moral da história, a idéia, éé, idea da reforma não pára (hunf), para, a diferença na língua, sabendo que há cinqüenta normas, ai cacilds, cinquenta outras diferenças na budeguinha.. ah, isso está me estressando...